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Dinheiro, Amor e Trabalho

Se fosse LEI tratar bem o cliente, muita gente faria por obrigação, não por vontade, concorda?

Não sendo lei, muita gente trata bem por obrigação para com os patrões, não porque querem, certo?

Os que tratam bem seus clientes e não têm patrões (autônomos) ainda assim muitas vezes fazem isso para que o cliente volte outras vezes e não por vontade…

Ou seja, quando a pessoa simplesmente trata bem o cliente porque tem empatia o suficiente para isso ela não precisa de um grande esforço cobrando a si mesma, nem precisa ser cobrada por patrões ou pela lei.

É nesse estágio de evolução utópico que eu gostaria que pudéssemos chegar: não necessitando de cobranças de quem quer que seja. Mas isso só se alcançaria por meio de uma bondade que não é própria do ser humano. Veja bem…

Muitas pessoas não estão preparadas nem mesmo para tratar bem aqueles que pagam por sua força de trabalho, n’outras palavras, pagam pelo seu tempo (que é nosso bem mais precioso). Que dirá tratar bem por amor.

Sim… AMOR. Creio que esse sentimento desenvolvido por meio de empatia com o próximo e busca pela proximidade com Deus é muitas vezes o que falta no princípio de diversas atividades que exercemos.

Ao meu ver, esse sentimento não é inato, precisa ser cultivado e treinado. Creio que é possível alcançá-lo por meio de uma vigília constante em relação aos próprios pensamentos, pensamentos esses que se tornam sentimentos, que por sua vez determinam nossas ações, ações essas que ao se tornarem rotina moldam nosso ser.

Se leu até aqui e concordou, da próxima vez que ouvir uma senhora ou senhor dizendo que está “faltando Deus na vida das pessoas”, não enxergue essa sabedoria como uma redução simplista dos problemas. Os idosos podem não usar os mesmos termos ou tecnologias que usamos, mas na maioria das vezes sabem muito bem o que estão dizendo.

Um pouco de História e Matemática

Não gostava de História até o ensino médio, mas a partir do momento em que precisei aprender para escrever minha dissertação no Mestrado (na área de História da Educação Matemática Escolar) passei a conhecer melhor, respeitar e acabei pegando gosto pela coisa.

Hoje vejo o quanto faz falta pra gente não estarmos ligados à nossa própria História. Parece que essa desconexão do tempo em que vivemos com o passado, de certo modo, também nos desliga do passado e nos deixa com a sensação de ausência de identidade.

Busquei trazer um pouco de História nesse vídeo, apesar de ser bem diferente dos vídeos usuais do canal. Não me senti tão a vontade pra gravar quanto normalmente me sinto gravando vídeos de Matemática então aguardo a opinião de vocês. Abraço!

O vídeo é esse:

 

SPOILERS | Estragando até a Matemática

Spoiler vem da palavra inglesa spoil, cujo o significado mais aceito é estragar algo, particularmente em relação a excelência, valor e utilidade. Vamos fazer um comparativo do spoiler de um filme pra entender como ocorrem os spoilers na Matemática.

Quando se trata de um filme, sua excelência, valor e utilidade estão na experiência que podem fornecer ao telespectador. A partir de um filme podemos refletir sobre sua mensagem principal ou sobre as mensagens secundárias, podemos nos identificar com algum personagem e, a partir dessa experiência, utilizarmos do que foi contado no filme em nossas próprias vidas, por exemplo, para superar alguma dificuldade que temos.

Quando alguém assistiu um filme e, sabendo que a outra pessoa ainda não o assistiu, comenta com ela sobre determinado trecho, essa pessoa assume o risco de estragar a experiência do outro. Isso pode acontecer de forma proposital ou não. Se não foi proposital, tudo bem, acontece. Agora, vivendo num mundo repleto de desgraças no cotidiano, estragar propositalmente uma experiência prazerosa, que poderia até mesmo ser catártica para o outro, é de uma imensa maldade.

E como isso acontece na Matemática?

Existe uma experiência, com a devida excelência, valor e utilidade, pela qual as pessoas podem passar na Matemática que, se bem conduzida, pode ser muito prazerosa. Chama-se resolver problemas. Numa atividade desse tipo é interessante que a pessoa interessada se envolva no processo, compreenda o que precisa usar para poder solucionar o problema dado. Quando ela procura a resposta na internet, ela acaba estragando sua própria experiência.

Isso infelizmente ocorre diversas vezes durante a vida. Desde quando é ainda um problema para a criança resolver contas de soma ou multiplicação e ela utiliza, por exemplo, uma calculadora pra chegar logo na resposta. Tudo bem acelerar o processo quando ela o entende, mas (ao meu ver) sequer saber o que está havendo e chegar ainda assim numa resposta pode levar a criança a diversas confusões no futuro, pois ela não terá obtido a excelência de compreender o processo daquelas contas.

Quando se resolve um problema, muitas vezes o que se aprende no processo de resolução é justamente onde está a real utilidade e valor do problema. Não é o fim, mas os meios que te levaram à conclusão que normalmente importam. Quando alguém te dá essa resposta sem que você peça, essa pessoa estragou tua experiência do mesmo modo como quando você vai atrás de uma resposta pronta ou como quando te contam o final daquele filme que você ainda não assistiu.

FAKENEWS | Mamãe falei e Ciro Gomes

A palavra FAKENEWS é nova, mas a estratégia da banda podre é antiga… E tem dois mandamentos simples:
(1) MUDE O FOCO DO DISCURSO
(2) ACUSE-OS DO QUE FAZEMOS

Acima, vídeo produzido pelo Bruno, o “Profissional de edição há 12 anos

É uma estratégia bem baixa, mas funciona, pois as pessoas que não querem dar o braço a torcer que o seu político de estimação agiu errado conseguem tanto evitar a discussão quanto contra-atacar, ainda que o atacado seja um espantalho criado por eles mesmos.
E, é bom lembrar: bem COVARDE a fuga do Ciro por meio de mentiras. Ele chamou o Arthur de “bolsominion” (fala usual de quem já mostra algum despreparo para argumentar), respondeu com mentiras as duas perguntas, claramente não aceita com calma o posicionamento do Arthur (que tem o direito de não o querer como presidente e de expressar isso abertamente), dá-lhe um pescotapa e foge.
Abaixo, segue o vídeo de um profissional que desmascara o Bruno

Ter bondade é ter coragem

Estava conversando com uma amiga e, para explicar uma situação bem chata que acontece no meio acadêmico, comparei faculdade com academia de luta.
Vão bater na sua fé todos os dias, tentando derrubar sua crença em Deus. Use cada porrada pra se fortalecer, tenha em mente que elas sempre virão e não esmoreça.

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